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Os pensadores mais
ilustres do existencialismo são:
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Kierkegaard
(1813-1855)
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Nietzsche
(1844-1900)
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Dostoiévsky
(1821-1881)
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Heidegger
(1889-1976)
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Sartre
(1905-1980)
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. Outros autores também
englobam essa vertente, como:
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Merleau-Ponty
(1908-1961)
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Simone de
Beauvoir (1908-1986)
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Gabriel Marcel
(1889-1973)
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Albert Camus
(1913-1960)
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. Apesar de o
pensamento existencial ter raízes desde os
primórdios pré-socráticos, considera-se que seu
“pai” ou precursor teria sido o filósofo
dinamarquês Sören Aabye Kierkegaard.
Ele chama a atenção para a
vivência humana,
ressaltando a angústia como uma possibilidade de
crescimento. Uma de suas frases diz que não
adianta sabermos a respeito da morte, mas sim
como viveremos o momento da nossa morte, como
vivemos o fato de sabermos da nossa morte.
Lançando-se mão de tais
influências e com a utilização da fenomenologia,
Heidegger vai criar uma grande e nova
possibilidade no pensamento, abrindo condições
para sérios estudos a partir da própria
existência (apesar dele mesmo não gostar da
denominação de existencialista).
Alguns conceitos pretendem
substituir idéias tradicionais, como, por
exemplo, “ser-no-mundo” em vez de “indivíduo”,
etc.
Com as publicações de
Heidegger, vários pensadores são influenciados,
inclusive o mais conhecido dos existencialistas:
o francês Jean-Paul Sartre, que demonstrava o
engajamento inevitável de cada um através de
suas escolhas.
O também francês Maurice
Merleau-Ponty, contemporâneo e amigo de Sartre,
utiliza-se dos pensamentos de Heidegger e Sartre
para orientar seus estudos a respeito do corpo e
da percepção.
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